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Os anos 70 foram incríveis, principalmente para o cinema, e o cine retrô de hoje nos levará novamente para essa década, exatamente para o ano de 1979 onde acompanharemos um emocionante drama familiar. O filme de hoje é, “Kramer vs. Kramer”.

Ted Kramer (Dustin Hoffman) é um pai de família que vive para seu trabalho, não dando muito tempo para a mesma. Um dia ao chegar em casa a sua esposa Joanna Kramer (Maryl Streep) está de malas prontas para partir, deixando assim ele (Ted) com seu filho Billy (Justin Henry) de sete anos. O drama se intensifica mais quando depois de vários meses Joanna volta disposta a tomar a guarda de Billy.

Kramer vs. Kramer aborda um tema mais banal do que pensamos, todas as situações abordadas no desenrolar da história são extremamente corriqueiras em muitos lares. Temos o pai que se doa exaustivamente para o seu trabalho e não tem tempo nenhum para a sua família, a mãe que abdicou de tudo para se dedicar ao marido, filho e casa, se tornando assim uma mulher infeliz. E no meio de tudo isso temos uma criança que sofre com a ausência do pai e a infelicidade da mãe.

O filme é impecável em todos os aspectos, não foi a toa que venceu 5/9 Oscars, incluindo melhor filme. Mas o que realmente se destaca aqui é o trabalho de desenvolvimento dos personagens e da história, e isso graças a direção competente de
Robert Benton (Bonnie e Clyde – uma rajada de balas, Superman, Um lugar no coração) que soube extrair o máximo de veracidade do seu elenco. Nada no filme soa forçado, tudo é muito bem dosado e te dá certeza de que realmente todas as situações demonstradas em cenas são possíveis de acontecer.

As atuações são sensacionais. Temos o Dustin Hoffman em uma das suas melhores performances, apesar dele ser, digamos, o causador de todos os problemas, ele esbanja carisma. É muito bonito ver a ascensão dele, de um pai ausente e desligado a um pai presente e cuidadoso, essa transformação é tão verdadeira que é quase impossível não torcermos pelo personagem. Oscar pra ele!

A Maryl Streep também da show, e falar bem dessa mulher é chover no molhado. Ela incorporou tão bem o seu personagem que podemos sentir a agonia e a sua frustração só em olharmos para a sua face. Apesar de sua atitude equivocada de abandonar sua família, conseguirmos entender bem as suas motivações. Oscar pra ela!

Justin Henry também surpreende, apesar de sua pouca idade, é incrível vê-lo atuando, ele entrega um personagem genuíno e bem expressivo, os traumas e emoções vividos por ele são muito bem expressados, difícil não se emocionar ao ver as lágrimas escorrendo pelo rosto dele, pressionado por toda a situação.
Jane Alexander também contribui muito para o desenrolar da trama, apesar de pouco tempo em cena, quando ela aparece se destaca.

O filme apesar de focar mais na relação pai e filho faz questão de demonstrar ao expectador as terríveis consequências causadas por um divórcio, não só no emocional como materialmente falando. As consequências são devastadoras e talvez irreversíveis.

Kramer vs. Kramer é uma emocionante história de amor e superação, que também serve de inspiração para muitas famílias e casais que não sabem o valor da compreensão e da vida ativa em família. “A sua felicidade não é a felicidade do outro”.

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